Uma semana fora e quando voltamos

Abril 17, 2016

Foram precisos apenas 6 dias fora de casa, para chegar e sentir diferenças nos meus filhos. Realmente quando estamos longe e deixamos de os ver é que realizamos a velocidade a que crescem e mudam a sua forma de ser e estar.

Parece ridículo falarmos disto quando se trata de um período de tempo tão curto, mas para mim as diferenças desta vez saltam à vista. A Matilde e o Tomás estão numa idade em que o ritmo de crescimento é diário e chegar a casa depois de uns dias fora e perceber que eles para além de reagirem à minha ausência de uma forma muito mais adulta, também “esticaram” é muito engraçado. Se calhar noto isto agora com mais intensidade pois a Maria, já com dezasseis anos, tem um ritmo lento e muito próprio.

Até há muito pouco tempo a Matilde (a mais nova) era a mais alta. Nasceu grande e cresceu muito rapidamente. O Tomás cresceu mais devagar e a Maria  é a nossa tartaruguinha. O Tomás neste ultimo mês tem crescido a uma velocidade alucinante e no sábado quando olhei para todos reparei que ele já está mais alto do que irmã. É claro que quando lhe disse ele encheu-se de alegria e a brincadeira nunca mais terminou.

A Maria percebeu e como notou que o irmão adorou esta novidade passou o resto de fim de semana, sempre que queria alguma coisa do irmão, a dizer:

– O mano está alto!

Afinal, não foi só o Tomás que cresceu, a Maria também aprendeu mais uma nova forma de dar a volta ao irmão.

A Mãe da Maria (Ana Rebelo)

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