Quando as saudades apertam

Julho 14, 2017
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Quando as saudades “apertam”, o sorriso vai-se e ontem a Maria mostrou-nos que o seu sorriso mágico, também tem dias em que se esconde.

A Maria é a criança mais feliz que conheço. Gosta de tudo e de todos, está sempre de bem com a vida e pouca coisa a faz parar. Mas se já tínhamos a certeza ontem ficou provado que os irmãos fazem-lhe muita falta.

A alegria e o movimento de uma casa, depende muito de quem lá vive e nestes dias sem a Matilde e o Tomás, por aqui tudo abrandou. A Maria habituada a companhia e movimento, viu a sua rotina alterada e nem o FaceTime e o Whatsapp conseguiram substituir a saudável “loucura” que se vive nesta casa, quando todos estamos por cá.

Não foi muito tempo que esteve com este olhar comprometido, mas foi o suficiente para eu perceber que ela sente, tanto ou mais que eu, a falta dos nossos dois adolescentes irreverentes.

Sei que estes dias vão fazer bem a todos, porque para dar-mos valor “aos” que temos na nossa vida, não há nada melhor que sentirmos esta saudade boa, de alguém que é um bocadinho de nós…

E num instante estarão de volta!

A mãe da Maria (Ana Rebelo)

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