Quando a mostarda lhe chega ao nariz

Fevereiro 28, 2016

A Maria é dona de um dos melhores feitios que conheço. Calma, bem disposta, de sorriso fácil, sem grandes exigências e carinhosa na forma de ser e falar. Mas quando a mostarda lhe chega ao nariz isto complica.

Quando se zanga vira completamente. Começa a reclamar, a pedir o que quer, a puxar-nos e estranhamente a coçar o nariz. Puxa o braço e passa-o pelo nariz (para trás e para a frente), sem parar, até conseguir que alguém ceda aos seus desejos. Que forma estranha de fazer birras.

Sempre utilizei esta expressão, mas nunca tinha visto ninguém levá-la à letra desta forma. Não sei quem lhe terá ensinado, mas sinceramente não conheço mais ninguém que o faça.

Só ela para se lembrar de uma coisas destas e claro, como podem imaginar, as suas birras são sempre bem sucedidas. Consegue o que quer e ainda saca uns sorrisos pelo meio.

Resumindo e concluindo, esta miúda é divertida até quando a mostarda lhe chega ao nariz!

A Mãe da Maria (Ana Rebelo)

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