Prometam-me

Setembro 2, 2016

Quando tenho mais de dez minutos livres, corro para a internet e aproveito para ler. Enquanto faço as minhas pesquisas, o cérebro não pára e ontem comecei a ler um texto que fez tanto sentido, para tudo aquilo que quero para os meus filhos, que resolvi partilhar convosco. Fica aqui o pedido aos três: prometam-me que…

“Promete-me.

Promete-me que vais tentar. Que vais chorar muito mas vais sempre continuar. Que vais acreditar. Que vais querer as pessoas por mais que as pessoas te desiludam. Que vais crer em ti por mais que te digam que deves parar de crer em ti. 

Promete-me.

Promete-me que vais em frente. Que não recuarás só porque existe o medo. Que não pararás só porque existem problemas. Que quando te perguntarem “o que queres ser” responderás “tudo o que quiser ser”. (…)

Promete-me.

Promete-me que vais optar por amar. Que quando houver a possibilidade de amar e outra possibilidade qualquer vais amar. Que quando te parecer que amar é inconsequente vais amar. Que quando tiveres a impressão de que amar pode doer vais amar. Que quando tiveres a certeza de que a amar é um mau caminho vais amar. Que quando amar puder existir vais amar. Que vais ter o discernimento de perceber que quando estiveres quase a morrer vais ver que as primeiras quatro imagens que te surgirão na cabeça serão de amor, e as segundas quatro também, e as terceiras e as quartas e as quintas e todas as imagens que puderes ver antes de morrer serão de amor e vão ser sempre de amor.

Promete-me.

Promete-me que nunca vais prometer nada a ninguém. Muito menos a mim, que prometi nunca precisar tanto de alguém e agora te amo assim. (…)”

Fonte “Prometo Perder” de Pedro Chagas de Freitas

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