Professores e a deficiência: formação na prática

Maio 2, 2016

Muitos professores tendem ainda a resistir às mudanças por não se sentirem preparados. O problema começa na formação inicial dos futuros docentes, pois muitos cursos não oferecem capacitação adequada para que se crie familiaridade com a diversidade.

Existe a ilusão de que há uma formação específica que ensina a trabalhar com cada criança. Mas não é preciso ser especialista em deficiência para se ser professor. Para que servem anos e anos de especialização sem a prática do dia a dia?

Os professores precisam sim, de ter sensibilidade e não olhar para a deficiência, mas sim para a criança. As necessidades dos alunos só serão compreendidas a partir do momento em que conviverem com eles. O desenvolvimento de técnicas pedagógicas só se dá depois do contato direto. A grande maioria dos métodos e recursos utilizados nascem do quotidiano de atendimento.

Os professores, são professores de estudantes com e sem deficiência. É um erro pressupor que faltam profissionais especializados. O que falta é um compromisso com a formação continua­da. Assim cabe às escolas dinamizarem ações e estratégias de formação, conforme demandas e realidades apresentadas.

De acordo com a sua realidade, cada sistema de ensino deveria organizar e oferecer serviços, ao identificar as suas necessidades. Assim cabe às escolas dinamizarem ações e estratégias de formação, conforme demandas e realidades apresentadas.

No colégio da Maria é assim e funciona!

A Mãe da Maria (Ana Rebelo)

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