Pensar de mais

Março 18, 2018

Assim como o pensamento positivo pode provocar revoluções interiores, o pensamento vazio, negativo ou excessivo pode ser prejudicial. Gastar o tempo  a “divagar” pode não ser a melhor forma de resolver problemas ou de conduzir a vida. Ser mais instintivo, muitas vezes, é bem mais assertivo.

Pedindo perdão ao trocadilho, se pararmos para pensar, veremos que, na maioria das vezes, vivemos muito melhor se pensarmos menos…

O pensamento cria monstros imaginários, leva-nos para lugares horríveis e inexistentes, cria situações lamentáveis que não têm a menor probabilidade de vir a ocorrer e faz nascer sentimentos negativos desnecessários.

Pensar demais, permite-nos deixar a tristeza entrar no peito pelas centenas atrocidades que estão à nossa volta (corrupção, desordens climáticas, fome mundial, criminalidade exacerbada, etc.), mas sobre as quais não temos controle.

Pensar demais permite que encontremos inúmeros argumentos para não seguir comportamentos que nos beneficiariam, como começar a exercitarmo-nos, começar a pensar em nós e a ter uma vida mais leve, ou porque “não tenho tempo”, ou “tenho coisas mais importantes para fazer nesse momento”.

Pensar demais abre caminho para acharmos que tudo é culpa nossa, como aquele amigo que nunca mais nos procurou ou alguém que desapareceu de uma hora para outra. Afinal, “o que é que eu fiz?”

Pensar demais permite assustarmo-nos com as milhares de hipóteses desastrosas que o curso da vida de qualquer um, pode tomar.

Pensar demais, em suma, pode fazer com que nos percamos em medos de males que nunca ocorrerão, ou que nos acomodemos numa vida insatisfatória.

Concluindo, devemos pensar menos e ser mais instintivos.

Fonte obviousmag.com | Adaptação do texto “A filosofia do não pensar”

Também Poderá Gostar

Sem comentários

Deixar Comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.