Inovação para a equidade

Abril 13, 2018

Para que todas as crianças tenham oportunidades iguais de realizar plenamente o seu potencial, a inovação deve não só trazer benefícios para aqueles que podem pagar por eles, mas também atender às necessidades e promover os direitos das pessoas que têm o mínimo.

A isso demos o nome de inovação para a equidade, e já está ocorrendo em laboratórios de tecnologia e laboratórios em universidades, nos governos, nas empresas e em organizações de desenvolvimento; nas cozinhas, nas salas de aula e em centros comunitários em todos os lugares do mundo. Inovadores vêm utilizando fontes não convencionais de conhecimento e colaboração, rompendo com processos e estruturas estabelecidas, e utilizando recursos disponíveis de forma criativa para produzir soluções práticas que resultem em maior qualidade ou maior impacto a custos mais baixos.

Mas como determinar se uma inovação e o próprio processo de inovação são úteis para desenvolver oportunidades iguais para todas as crianças, independentemente das circunstâncias em que nasceram?

Há mais em jogo do que a necessidade de prover engenhocas de última geração a consumidores de altos rendimentos. A inovação para a equidade visa mudar a vida de crianças menos favorecidas. Assim sendo, os inovadores e facilitadores devem procurar um equilíbrio diferente e mais delicado – aceitar o grau de risco necessário para conquistar novas soluções e, ao mesmo tempo, salvaguardar as esperanças e o bem-estar da criança.

Inovar significa ir além de fronteiras e recusar-se a aceitar o status quo!

Fonte UNICEF | Inovando para a equidade

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