As saudades são tramadas

Junho 30, 2016

A semana passada foi divertida e estranha. Divertida porque estive no Algarve com o meu primo, com a minha tia e com uns amigos. Depois fui para Alcácer do Sal, na viagem de religião moral, com alguns colegas e professores.

Adorei a estadia no Algarve. Estive na praia, na piscina, revi pessoas, festejei os 50 anos da minha tia. Aproveitei para “matar saudades” do meu primo e o mais importante foi que descansei muito. Já em Alcácer do Sal, estive com os meus amigos. Diverti-me me imenso, conheci monitores incríveis, fizemos muitas atividades radicais, dancei e pela primeira vez na vida acampei.

Mas durante todos estes dias senti sempre algo estranho no meu coração. Uma espécie de dor. Algo que não consigo explicar e que me fez pensar muito. E isto foi tão forte.

Acho que estava cheio de saudades de uma menina com um enorme sorriso e com um grande sentido de humor. A minha querida irmã Maria. Passei a semana toda a pensar que tinha vontade de estar perto dela.

No dia em que fiz a viagem do Algarve para Lisboa, onde estive apenas meia hora (antes de seguir para Alcácer), ainda perguntei ao pai, que me foi lá levar as malas, se a Maria iria lá estar. Só pensava em dar-lhe um enorme abraço. Quando o pai me disse que não, tive mesmo vontade de ficar. Mas a vida é assim, estava na hora de seguir.

As saudades são tramadas e a Maria faz-me mesmo muita falta!

O irmão da Maria (Tomás Rebelo Pires)

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