Afinal, não há vagas nas escolas públicas!!!

Agosto 22, 2017

Desde há muitos anos que assumimos a 100% os custos de educação dos nossos 3 filhos. Foi uma opção que tivemos de tomar no dia em que descobrimos que não havia uma oferta inclusiva para a Maria nas escolas públicas.

O tempo foi passando e este ano, com a passagem do Tomás do 9º para o 10º ano, decidimos que saíría do ensino privado para o público. Tratámos do processo, ainda no colégio, e este seguiu para o liceu perto de casa.

No dia em que saíram as listas, corri para o liceu Rainha Dona Leonor e comecei a percorrer a listagem de turmas, até que percebi que o nome dele não estava em nenhuma. Sem saber o que fazer, rapidamente tentei inteirar-me do que se estava a passar.

No mesmo dia, recebemos uma chamada do liceu Filipa de Lencastre a informar que tinham lá o processo dele, mas que só tinham vaga em ‘Artes’. Fiquei incrédula, pois o Tomás é realmente um artista, mas a área que ele quer seguir é Engenharia.

No dia seguinte voltei ao Liceu Rainha Dona Leonor, onde estive na secretaria e ainda com a diretora que me informou que o processo dele não estava lá – “Mãe, só há uma turma e não há vaga!” Ainda me aconselharam a ir ao Liceu Padre António Vieira, para ver se haveria hipótese de ele ficar no agrupamento. Bem mandada que sou e já em modo de desespero, corri para lá e a informação que me deram foi que não havia nenhuma turma nesta área específica, mas se ele quisesse Físico-química e Biologia….

Por momentos pensei que estava a falar num dialecto estranho, mas será que não entendem que a escolha dele é Físico-química e Geometria descritiva?

Entretanto aconselharam-me a ir ao DGESTE para perceber como estava o processo e nós lá fomos em busca de notícias. Já na DGESTE a conversa foi rápida: ‘O Tomás não tem vaga em nenhum liceu do agrupamento…Esperem noticias que ele será colocado numa escola qualquer!’

Numa escola qualquer minha senhora? Mas estamos a falar de quê, de alunos ou de coisas que se colocam em buracos que vão aparecendo? E quando, estamos a dia 23 de Agosto, a 2 semanas de começarem as aulas, não?

Agora o que mais queria entender é porque é que diariamente, nos meios de Comunicação Social, se apregoa que há vagas nas escolas públicas para todos os alunos.

Sejamos verdadeiros pois isto é um assunto muito sério –  NÃO HÁ VAGAS PARA TODOS OS ALUNOS!!!

E agora, como é? Alguém me explica?

A mãe da Maria (Ana Rebelo)

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30 Comentários

  • Responder JOANA DIAS Agosto 23, 2017 em 09:05

    Acho uma falta de respeito e consideração total…. :/ infelizmente é o país que temos :/ comigo, no meu tempo aconteceu o mesmo, fui “obrigada” no dia de começo de aulas a escolher outra área que nao a que tinha escolhido até então :/ foi horrivel e senti-me fustrada :/ mas Ana Rebelo, vai ver que tudo vai correr bem… 🙂 agora dizerem “Esperem noticias que ele será colocado numa escola qualquer!” santa paciência mas eu fazia um pé de vento á pessoa que me dissesse isto… :/ ou então apresentava queixa no agrupamento e se fosse preciso até para a TV vinha com este caso…. 🙂 se precisar de alguma coisa diga-me Ana 🙂 força e paciência e vai tudo correr bem 🙂 beijinhooos

    • Responder Ana Rebelo Agosto 23, 2017 em 23:00

      Muito obrigada Joana :). Beijinhos

    • Responder Marisa Sousa Novembro 6, 2018 em 21:33

      Olá, mãe da Maria,
      Eu sou a mãe da Diana. Estive 2 anos a fazer dezenas de Kilometros entre Faro e Albufeira no Algarve, para
      manter a minha filha num infantário público. O único onde tinha vaga para a minha filha Diana. Centenas de Kilometros por semana, imcompatíveis com a uma carreira profissional. Durante o Verão de 2018, comprei habitação na Vila pacata de Tunes,
      no concelho de Silves, Distrito de Faro, ao lado da escola EB 1 de Tunes. Seria um descanso ter a minha filha naquela escola . No primeiro dia de aulas, fui apresentar a minha filha à escola EB 1 de Tunes, para ver se tinha vaga. Não tinha vaga. Resposta do professor foi: ” Já tenho 25 alunos. As turmas são de 24 e o máximo são 26. Vá à cede de Agrupamento ver se consegue.
      Lá fui às cedes de agrupamentos onde teria possibilidade de viver perto da escola, ou ter uma vaga mais perto de casa e nada!
      Surpreendidas, falamos com outras pessoas da Vila de Tunes, para perguntar se só a minha filha Diana, não tinha lá vaga.
      A resposta foi: Aqui em Tunes, há muitas famílias que levam os seus filhos a outras escolas em outras localidades: S. B. Messines, Algoz, Ferreiras. Tunes é uma Vila em desenvolvimento com mais de 2000 habitantes e só tem 1 turma do 1º ano!
      Do ensino básico e obrigatório por lei. Porquê que este assunto foi esquecido em 20017? Em 2018 está pior! Como vai ser?
      A minha filha já lê, escreve, conta, é uma criança inteligente, normal, meiga, humilde, fácil de educar e fazem-lhe isto? Porquê?

      • Responder Ana Rebelo Novembro 11, 2018 em 21:33

        Olá Marisa,
        Obrigada pelo seu comentário. Cada vez que mexem na lei, por desconhecimento (cálculo eu), cada vez está pior. Mas não podemos parar de tentar, para ver se quem está a organizar o ensino começa a ver as injustiças que continuam a ser praticadas. O meu filho não entrou na pública, foi para a privada… conheço casos, bem próximos, que entraram na vaga dele e vivem bem longe daqui. Sei que mais cedo ou mais tarde isto vai mudar, mas entretanto quem vive estas situações vê-se afilia. Muita força e que corra tudo bem com a Diana. Beijinhos

  • Responder Nuno Vicente Agosto 23, 2017 em 11:38

    Bom dia,
    Li com interesse este seu desabafo, sobre as escolas públicas. Pelo que verificou, haver vagas há, mas não na área disciplinar que deseja e não nas “escolas mais conceituadas ” na sua zona de residência. A meu ver, para resolver o seu problema, acho que há que responsabilizar a escola privada, onde esteve, pois esta tem que estar agrupada a um agrupamento de Escolas público, no qual o seu educando terá que ter vaga (não sei se terá a área disciplinar que deseja ). Se não tiver, deverão ajudá-la na colocação, num agrupamento próximo.
    Boa sorte

    • Responder Ana Rebelo Agosto 23, 2017 em 23:00

      Obrigada Nuno 😉

    • Responder Ana Rebelo Agosto 24, 2017 em 23:18

      Nuno, obrigada pela sua mensagem. Como poderá ler em alguns comentários (de outros pais) o Tomás, não é caso único, há mais crianças na mesma situação. Não se trata de ter vaga no agrupamento ou não, à porta de casa ou do outro lado da cidade. O que descrevemos é que o Tomás ao dia de hoje, 24 de Agosto, não tem colocação em nenhuma escola de Lisboa – o processo está na DGESTE e não temos respostas. E nos dias que correm esta situação é impensável. Mais uma vez obrigada pela sua atenção. Beijinhos

  • Responder Monica Agosto 23, 2017 em 12:17

    Cunhada
    Benvinda ao Público.
    Eles dizem q há vagas para todos mas n explicam as condições. E há mas na escola que nunca imaginaste a 1 h de casa…
    E te prepara para as surpresas que serão muitas. Resolver problemas é uma aventura!

    Felizmente depois encontras Tb bons profissionais que fazem a diferença.
    Viva quem faz o seu trabalho com gosto.

    • Responder Ana Rebelo Agosto 23, 2017 em 22:57

      Pois é. 😉 Beijinhos

  • Responder Alguém que sempre estudou numa escola pública Agosto 23, 2017 em 16:46

    No ensino secundário, assim como na faculdade a entrada não é automática não entramos só porque queremos naquela escola.
    As turmas têm um número limitado de alunos e são escolhidos os alunos consoante a prioridade aquilo que a direcção ou director define por norma morada e notas mas não serão apenas essas as condições até porque com os rankings das escolas toda a gente quer entrar na “melhor” nem que para isso mintam nas moradas e dificulta o acesso por vezes a quem quer ficar próximo de casa.
    O que devia ter acontecido era ter inscrito o filho em mais do que uma escola senão entra numa costuma entrar na 2a escolha, escolher uma apenas e um só curso era um tiro no escuro, pode ainda entrar na que quer se algum aluno desistir.

    • Responder Ana Rebelo Agosto 23, 2017 em 22:53

      Olá! Nós inserimos mais do que uma escola e mesmo assim, não entrou 😉 Obrigada pelo seu comentário. Bjs

  • Responder Inês Vasconcelos Agosto 23, 2017 em 18:59

    Há muito que sigo o seu blog com muito interesse e admiro a e a toda a sua família sobretudo à sua Maria , que é especial, que é exatamente a palavra que a descreve na totalidade .
    Semelhante permite um conselho e se a sua carteira o permitir, desista do ensino público e coloque o seu filho num sitio onde seja ele próprio e não uma coisa.
    Cá em casa, onde não tenho filhos mas sobrinho os, que para mim significam exatamente a mesma coisa faz-sacrificios diários para que a mais velha esteja numa colégio, não porque sejamos “chiques”, mas sim porque queremos deixar-lhe ferramentas para toda a vida, auto-estima, sentido de Responsabilidade, modos educados, …, enfim queremos que sejam felizes agora e sempre… e ser uma “coisa” um número um processo um tanto vale, só produz gente infeliz e que faz os outros também.
    Basta para todos, mas um bem especial para a Marisa

    • Responder Ana Rebelo Agosto 23, 2017 em 22:58

      Inês, obrigada pelo seu comentário. Vamos ver como se vai desenrolar a situação, tudo se resolve. Um grande beijinho

      • Responder Maria Dezembro 19, 2017 em 21:41

        D. Inês sempre andei no ensino público, sou professora do ensino público e nunca me senti ou tratei alguém como uma “coisa”. Bom e mau há em todo o lado. Também existem colégios de elite onde são os próprios professores a vigiarem os seus alunos nos exames nacionais cometendo ilegalidades extremas e outras coisas mais de que nem é bom falar.
        No ensino público também ensinam bons modos, mas deixe-me que lhe diga que a educação deve vir de casa. Os professores não têm obrigação de educar ninguém, têm obrigação de formar. Presunção e água benta, cada um toma a que quer.

  • Responder Catarina Pereira Agosto 24, 2017 em 08:40

    Olá esta é a realidade de quem anda no público. A partir dos 5 anos as nossas crianças têm vagas mas não sempre onde mais gostamos. Quando começa a ter de escolher áreas a coisa torna-se mais difícil. Mas não deixa de não ser algo que lhes vais acrescentar responsabilidades e torná-los mais autónomos. Ajuda a crescer. Existem coisas bem piores na vida, certo?!?! Bjs

    • Responder Ana Rebelo Agosto 24, 2017 em 23:11

      Olá Catarina, obrigada pelo seu comentário. Não se trata de ter vaga no agrupamento ou não, à porta de casa ou do outro lado da cidade. O Tomás ao dia de hoje, 24 de Agosto, não tem colocação em nenhuma escola de Lisboa – o processo está na DGESTE e não temos respostas. E, como poderá ler em alguns comentários (de outros pais), não é caso único, há mais crianças na mesma situação e isto é mesmo impensável em pleno SÉC XXI e a 2 semanas de começarem as aulas. 🙁 Seja o que Deus quiser. Mais uma vez obrigada. Beijinhos

  • Responder Ana Polido Agosto 24, 2017 em 11:23

    Olá Ana Rebelo
    Na verdade não há vagas na escola pública!!!
    Vivemos a mesma angústia de na data de hoje não saber que escola vai frequentar a nossa filha no próximo ano letivo.
    Os fatos são identicos…não foi colocada nas opções de escola indicadas nas listas publicadas em julho…já fizemos exposição à DGESTE …já fizemos diversos pedidos de vaga …
    e decorrido quase um mês vivemos a mesma angústia que vivemos no dia 28/7 quando percorri a lista de colocados e não a encontrei.

    A única diferença é que a minha filha frequentou todo o ensino básico tb na escola pública. Numa escola básica que não tem ensino secundário, não está agrupada e por isso teve de mudar de agrupamento.

    Espero que tudo corra bem com seu filho e que possa começar o ano tranquilo!

    Ana

    • Responder Ana Rebelo Agosto 24, 2017 em 23:12

      Olá Ana, pois isto é mesmo inacreditável…que corra tudo bem e pf vá dando notícias. Beijinhos

  • Responder Graça Lucena Agosto 24, 2017 em 15:16

    A meu ver a culpa será da escola privada que não encaminhou a tempo o processo do seu filho!! Se calhar já com a ideia de que se não tivesse vaga voltaria para lá!!!! Se o Liceu Rainha Dona Leonor é o que abrange a sua residência, a sugestão que deixo é que identifique e denuncie os alunos que ocupam a vaga que deveria ser para o seu filho através de moradas falsas!!! Tenho a certeza que a vaga aparece!!!
    Boa sorte!

  • Responder Rita Agosto 24, 2017 em 17:33

    Consigo perceber perfeitamente o que descreve pois estou a passar o mesmo com o meu filho que vai para o 2ciclo.
    Decidimos retirá-lo do ensino privado e passá-lo para o público. Preenchemos os impressos e colocámos 4 escolas de 3 agrupamentos diferentes começando pelo da área de residência…
    Durante as duas últimas semanas de julho fui andando entre as várias escolas e procurei em vão o nome do meu filho nas várias listas de alunos colocados. Quando saiu a lista de colocados da última escola que tínhamos colocado comecei a entrar em stress…
    Então ninguém tem vaga para o meu filho? E agora o que faço?
    Começaram por me dizer que a responsabilidade era do colégio de onde provinha… depois lá me disseram que tinha de ir à Dgeste!
    Como pelo meio tínhamos as férias marcadas… fui ligando para as várias escolas para saber novidades…e esta semana fui à Dgeste tentar saber o que fazer e onde tinham colocado o meu filho!
    Fui informado que não podiam fazer nada nem me dizerem nada. Quem me atendeu nem o nome da criança pediu!!! Apenas dizia que a última escola teria com certeza enviado o processo para a Dgeste porque isso é o que está na lei (nunca me confirmaram se o processo do aluno estava ou não na Dgeste) e que agora tenho que esperar que a Dgeste encontre vaga para o aluno numa escola qualquer que tenha vaga e que seja o mais perto da resistência que seja possível…
    E perguntei quanto tempo isso levaria… o que me responderam que arranjariam vaga até ao início do ano letivo… têm de ir de escola em escola à procura de vaga!!!
    A senhora que me atendeu disse-me para não me preocupar e para esperar que alguém me ligasse a dizer em que escola ele terá vaga!
    Apesar de muito indignada com esta situação… é o que estou a fazer… à espera de um telefonema!…

    • Responder Ana Rebelo Agosto 24, 2017 em 23:07

      Olá Rita, pois isto é realmente inacreditável…que corra tudo bem e vá-nos dando notícias. Beijinhos

    • Responder Sónia Figueira Agosto 25, 2017 em 14:48

      Essa de a culpa ser do colégio de onde o seu filho veio tem piada. Agora são os colégios que gerem as vagas no público? Ou têm de impedir as saídas dos seus alunos? Patético! Boa sorte com a colocação do seu filho. Nunca passei por uma situação dessas (não quer dizer que um dia não tenha de vir a passar) e não sei se teria a mesma paciência!

  • Responder Ricardo Barceló Agosto 24, 2017 em 18:32

    Ana, comete muitas omissões que não nos permitem saber até que ponto tem ou não razão. Quer o o filho na escola pública, mas só fala em escolas de elite, daquelas difíceis de entrar, o que me leva a perguntar se é dessa área de residência, será? Ainda assim, há vagas, disseram-lhe sempre que sim, mas o sistema não aguenta que todas as escolas tenham todas as disciplinas e áreas de interesse pois correr-se-ia o risco mais que certo de terem turmas com 2 e 3 alunos… Não terá sido por o colégio não ter essa oferta específica que o quiseram mudar para a escola pública? Fica mais uma dúvida. E já agora, onde era o Colégio, era nessa mesma área? O estava agrupado no agrupamento em que agora o quer que o seu filho fique? Eu morava em alvalade e até estudei no Raínha D. Leonor, e no Padre Antônio Vieira, mas quando fui para o 10 ano tive que ir estudar para campo de Ourique pois era onde havia a oferta para a área que eu queria. E quantas pessoas foram e vão para a Antônio arroio porque querem artes? É assim, há lugar para todos, claro que sim, pode é não haver vagas para todas as áreas de estudo à porta de casa de toda a gente, o que parece ser o que quer.
    A toda a hora se brada aos céus com os imensos impostos que se paga, quanto teríamos que pagar se houvesse, em todas as escolas todas as ofertas independentemente do número de alunos candidatos a cada área de estudo?

    • Responder Ana Rebelo Agosto 24, 2017 em 23:02

      Ricardo, obrigada pela sua mensagem. Deixe-me dizer-lhe que não escrevo para que me digam ou dêem razão. Acredite que se não estivéssemos a passar por esta situação, também tinha alguma dificuldade em entender, pois estamos mesmo no Séc XXI e isto é impensável. Apenas expus o que estamos a viver e, que como poderá ler em alguns comentários (de outros pais), não é caso único, há mais crianças na mesma situação. Não se trata de ter vaga no agrupamento ou não, à porta de casa ou do outro lado da cidade. O que descrevemos é que o Tomás ao dia de hoje, 24 de Agosto, não tem colocação em nenhuma escola de Lisboa – o processo está na DGESTE e não temos respostas. Também andei em várias escolas e quando não havia vagas, íamos para outras. Mas há 30 anos atrás éramos muitos mais (em número) e não se tinham investido os milhões de euros em instalações, em informatização do sistema e formação. Acredito que se vai resolver, mas esta situação tem de ser denunciada. Mais uma vez obrigada. Beijinhos

  • Responder Carla Agosto 28, 2017 em 23:56

    Boa noite Ana, estou a viver a mesma situação e no meu caso trata se de não haver vaga para o 3 ano do ensino básico, mudamos de residência e o meu filho não tem colocação até à data de hoje e a resposta da dgest é sempre igual, tem de aguardar não temos vaga!!! Depois de várias reclamações e de já termos saído acompanhados pelas autoridades das instalações, amanhã vamos voltar com os meios de comunicação, temos de divulgar estas situações hoje pelos nossos amanhã por outras crianças que deveriam ter igualdade de direitos. No meu caso ainda a comentar que o meu filho está abrangido pelo decreto de lei 3/2008 algo que devia prevalecer como diz a lei na prioridade de matrícula no entanto ao dia 28 de Agosto não há escola para o meu filho!!!

    • Responder Ana Rebelo Agosto 29, 2017 em 08:55

      Força Carla. Isto é realmente inacreditável e o mais estranho é a comunicação social não falar. Enquanto o governo anda entretido a censurar blocos de atividades, as crianças não têm colocação em escolas – aquilo que todas têm direito. Que corra tudo bem…e por favor vá-nos dando noticias. Beijinhos

      • Responder carla Agosto 29, 2017 em 10:17

        bom dia , vou dando noticias sim , o meu marido já se encontra de novo nas instalações da dgest , sinceramente não creio que adiante de nada , infelizmente é o pais que temos , as pessoas deveriam fazer sentir mais a sua voz , talvez algo muda se .

  • Responder Carla Agosto 30, 2017 em 08:59

    Bom dia Ana, depois de mais uma chamada das autoridades à dgest para exigir mais esclarecimentos e não ficar com resposta de tem de aguardar, encontro me neste momento na escola do agrupamento da área de residência para efetuar a matricula do João, tivemos um contacto do delegado de Sintra ontem durante a tarde, para mim este caso só ficará encerrado quando tiver o comprovativo nas mãos.
    Por isso mais uma vez repito não fiquem simplesmente a aguardar, exijam respostas, pois concerteza se não tivéssemos tomado está atitude o meu João ainda não teria escola e muito menos seria colocado numa escola do agrupamento da residência pois até ontem de manhã a informação é que seria impossível uma vaga nestas escolas. Facam valer os direitos das nossas crianças.
    Teria todo o gosto em ter ajudado na divulgação do caso mas neste momento o minha história passou a ser um caso sem caso como me disse a jornalista, de qualquer forma estarei disponível se puder ajudar em alguma coisa.

  • Responder Paula Rocha Setembro 3, 2017 em 18:41

    Ana, identifico-me muito com este post, o ano passado devido a um problema na escola da minha filha, Escola Secundária da Senhora da Hora, resolvi transferi-la para a Escola Secundária Augusto Gomes, fomos a uma entrevista em Maio e no fim a vice-diretora disse que a minha filha por andar no ensino especial era prioritária, mentira, o processo assim que lá chegou foi imediatamente rejeitado, liguei para a DGEST e muito atenciosamente disseram-me que não podiam intervir, perguntei-lhes se essa escola era pública ou particular, não estava a entender, desde quando uma criança esteja ou não no ensino especial, não tem vaga numa escola, passei-me, simplesmente passei-me e troquei uns mails com a dita senhora com conhecimento do diretor e acredite que não disse coisas agradáveis, a pequenita continua na Escola da Senhora da Hora teve que ser mas como também não fui branda com eles o ano lectivo correu muito bem, também porque ela teve uma diretora de turma excelente,
    o que é facto é que obriguei a escola a reprovar a miuda, os professores passaram-se, mas lá tiveram que o fazer ela repetiu o 7º e foi muito feliz, mesmo muito feliz, espero que este ano seja tão bom como o anterior.

  • Responder Sónia Figueira Setembro 14, 2017 em 00:20

    Ana, o Tomás conseguiu colocação?

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